Turismo de Eventos


 


Programe-se!

Para os fãs do grupo de heavy metal Dream Theater, a banda vem ao Brasil para mostrar o novo CD Octavarium. Os roqueiros esbanjam do rock pesado e tecnicamente muito bem executado, que não deixa de lado o metal mais clássico e o rock progressivo.



Escrito por Mine às 16h12
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Ana Carolina, uma voz poderosa entre as mulheres

Ao oferecer no início de 2005 um coquetel no badalado restaurante carioca 00 para festejar o sucesso do CD e VD Estampado e Estampado, um instante que não pára, de Ana Carolina, a gravadora Sony BMG comemorou também o êxito meteórico da trajetória desta cantora e compositora mineira. Nascida em Juiz de Fora (MG), em 9 de setembro de 1974, Ana começou a gravar em 1999 e, de imediato, se transformou numa das artistas mais queridas do Brasil.

Para não fugir à regra, o começo da carreira de Ana foi nos bares da vida noturna de Juiz de Fora com shows produzidos pela atriz e também cantora Zezé Motta. Ana chegou a cursar a faculdade de Letras, mas abandonou os estudos para se dedicar integralmente à música. Resultado: seu vozeirão potente, afinado e de timbre grave logo ultrapassaria as fronteiras de sua cidade. Em 1998, numa apresentação na casa carioca Mistura Fina, espaço tradicionalmente reservado para atrações de jazz, a voz viril de Ana chamou a atenção de Luciana de Moraes, filha de Vinicius de Moraes.

Através dos contatos fonográficos de Luciana, a cantora assinou um contrato com a BMG em 1998. O primeiro disco, Ana Carolina, saiu em 1999 e, de cara, emplacou um sucesso, Garganta, música feita pelo compositor gaúcho Totonho Villeroy para a cantora. Incluída na trilha sonora da novela Andando nas Nuvens, da Rede Globo, a música despertou no público brasileiro a curiosidade sobre a identidade da cantora – logo revelada em incendiários shows nos quais, além de cantar e tocar violão, Ana se arriscava no pandeiro, extasiando uma platéia que crescia de show para show. Detalhe: ela aprendeu a tocar pandeiro de ouvido, escutando repetidas vezes o disco Olho de Peixe, de Lenine e Marcos Suzano.

A confirmação do talento de Ana e a sua consagração definitiva vieram em 2001, com o lançamento de seu segundo CD, Ana Rita Joana Iracema Carolina. Antes mesmo de o disco chegar às lojas, em abril, o Brasil já cantava a balada Quem de Nós Dois, versão do sucesso italiano La Mia Storia Tra Le Dita, do cantor Gian Luca Grignani. É que a música caiu na boca do povo ao ser incluída na trilha da novela Um Anjo Caiu do Céu, da Rede Globo. Mas o disco destacou também a faixa Ela É Bamba (popularizada em outra novela global, As Filhas da Mãe) e o dueto de Ana com Alcione em Violão e Voz.

Em seu terceiro disco, Estampado, lançado em agosto de 2003, Ana Carolina abriu o leque de parceiros, compondo com nomes como Chico César, Seu Jorge e Vítor Ramil. Treze das 15 faixas traziam a assinatura de Ana. O primeiro destaque, Elevador, virou um hit nos shows, com seus refrões cantados a plenos pulmões pelo fiel e já numeroso público da artista. Mas a faixa que lideraria as paradas radiofônicas e impulsionaria as vendas do disco foi Encostar na Tua, projetada na trilha da novela Celebridade.

Antes de o CD emplacar outras faixas, como Uma Louca Tempestade, Ana Carolina lançou seu primeiro DVD, também batizado Estampado. O vídeo trouxe a participação de dois ídolos da cantora, Chico Buarque e Maria Bethânia, para quem Ana tinha feito em 2001 a música Pra Rua me Levar, no vídeo cantada em dueto por Ana e Bethânia.

O sucesso do CD Estampado foi tamanho que Ana Carolina passou o ano de 2004 na estrada, fazendo shows. Todo o fervor de seu público em torno da artista foi captado pela diretora Monique Gardenberg no segundo DVD da cantora, Estampado – Um Instante que Não Pára. No vídeo, Ana canta músicas como Sinais de Fogo, composta e dada por ela para Preta Gil.

Em 2005, Ana se prepara para gravar seu quarto disco, já tendo composto músicas com parceiros como Jorge Vercilo. O lançamento está previsto para 2006. Com certeza, virá por aí mais um sucesso dessa voz poderosa que se impôs rapidamente entre as melhores cantoras do Brasil.



Escrito por Mine às 22h26
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Alexandre Pires, o mineirinho que conquistou o Mundo

Em 2003, ao ser recebido na Casa Branca pelo presidente dos Estados Unidos, George W. Bush, Alexandre Pires posou para fotos com o poderoso estadista, para o qual tocou violão e cantou Garota de Ipanema em português e em inglês. O histórico encontro com Bush confirmou o meteórico sucesso mundial feito por este mineiro de Uberlândia, que tinha lançado seu primeiro disco em 1993, há apenas dez anos.

Nascido em 8 de janeiro de 1976, numa família de extrema musicalidade, Alexandre Pires deu seus primeiros passos na carreira musical em 1989, quando decidiu fundar o grupo de pagode Só Pra Contrariar com amigos de Uberlândia e alguns familiares como o irmão Fernando Pires, que viria a ocupar o posto de baterista do grupo (e mais tarde de vocalista, quando o irmão partiu em carreira solo).

A escalada do Só pra Contrariar nas paradas foi vertiginosa. Das concorridas apresentações em cidades mineiras e de Estados vizinhos para o sucesso nacional, decorreram apenas quatro anos. Em 1993, contratado pela gravadora BMG, o grupo lançou seu primeiro disco, SPC – Só pra Contrariar, com Alexandre Pires nos vocais. As faixas Que se Chama Amor e A Barata logo caíram no gosto popular, projetando o cantor nas rádios e em programas de televisão.

Em 1994, o segundo disco, Só Pra Contrariar, consolidou o sucesso do grupo e o de Alexandre em particular, que logo virou ídolo pelo carisma que exibia no palco e nas apresentações televisivas. A faixa Essa Tal Liberdade virou hit e mostrou que o pagode pop do grupo não era modismo passageiro.

Seguiram-se mais dois discos – O Samba Não Tem Fronteiras (1995) e Só Pra Contrariar Futebol Clube (disco ao vivo de 1996 que trouxe a inédita Tributo aos Mamonas) – até que, em 1997, Alexandre Pires e seu grupo bateram recorde histórico na indústria fonográfica brasileira. Lançado no início de 1997, o quinto disco do grupo, Só pra Contrariar, vendeu nada menos do que três milhões de cópias no embalo de megahits como Depois do Prazer e Mineirinho. Tamanho sucesso extrapolou as fronteiras do Brasil e começou a dar projeção internacional a Alexandre e ao seu grupo, especialmente no mercado latino formado por países de língua espanhola.

O grande sucesso também rendeu o primeiro disco internacional de Alexandre, Quando Acaba el Placer. Esta coletânea de hits do Só pra Contrariar, regravados em castelhano, foi a semente de uma carreira brilhante desenvolvida pelo cantor no mercado latino, com vendagens expressivas. Seu sucesso e carisma pessoal foram tamanhos que ele se viu obrigado a deixar o grupo Só pra Contrariar – depois de mais três discos: Só Pra Contrariar (álbum de 1999 que destacou a faixa Sai da Minha Aba), Bom Astral (2000) e SPC Acústico (projeto ao vivo de 2002 que trouxe participações de astros como Caetano Veloso e Gilberto Gil) – para partir em carreira solo pelo mercado internacional.

Como prioridade da BMG Latina, Alexandre Pires lançou seu primeiro disco solo em espanhol ainda em 2001, Es por Amor, intitulado É Por Amor na edição brasileira. Na edição original em castelhano, o álbum foi divulgado em mais de 25 países de língua espanhola, inclusive na comunidade latina residente nos Estados Unidos. O carro-chefe do disco foi a balada Usted se me Llevó la Vida.

O sucesso internacional rendeu a Alexandre Pires gravações com ídolos estrangeiros como Gloria Estefan e Rod Stewart. Em 2003, o cantor lançou seu segundo disco internacional, Estrella Guia, que destacou a faixa Amame. O êxito do álbum mostrou que o sucesso já não tem fronteiras para o mineirinho carismástico e talentoso chamado Alexandre Pires.



Escrito por Mine às 22h24
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ALICIA KEYS

 

Toda a vida de Alicia Keys foi um aprendizado, direcionado para a música. Nascida em Manhattan, aos 5 anos ela já dava mostras de sua aptidão musical, cantando e tocando piano. Estudou música clássica (Beethoven, Mozart e Chopin, seu favorito) e enveredou pelo jazz e Marian McPartland, Oscar Peterson e Fats Waller.

Aos 14 anos ela compôs sua primeira música, "Butterflyz", que entrou em seu primeiro disco, "Songs in A minor". Stevie Wonder, Marvin Gaye, Nina Simone, Donny Hathaway, todos inspiraram a menina, assim como Biggie, Tupac, Jay-Z e Wu Tang. Ela pegou todos esses gêneros e os transformou em um.

Ainda na adolescência, entrou na Professional Performance Arts High School de Nova York, onde a atenção dos professores e os estudos no coro fizeram dela uma potência. A estrada para o sucesso não foi fácil: filha de mãe branca, Terri Augello, e pai negro, Craig Cook, ela cresceu em Hell's Kitchen (Cozinha do Inferno), em Nova York. "Era um ponto legal, mas a Rua 42 da época não era nada boa. Prostitutas, rufiões, traficantes", lembra ela. Para enfrentar tudo isso, Alicia voltou-se para o piano.

Nesse ínterim, Alicia terminou a escola e foi aceita na Universidade de Columbia. Logo antes de começar a faculdade, Alicia assinou seu primeiro contrato, com a Columbia Records, e tomou a difícil decisão de deixar os estudos para optar pela carreira musical. Mas ela acabou deixando a Columbia (a gravadora, não a faculdade) por diferenças criativas.

Alicia achou que estavam invadindo sua liberdade artística e pediu o boné. "Queria experimentar mais, encontrar minha própria voz", diz ela. Aos 19 anos, seu desejo se tornou realidade, quando Clive Davis, que comandava a Arista Records, veio tirá-la da Columbia e dar-lhe a liberdade desejada. Alicia se encontrou e, quando Davis fundou a J Records, foi com ele. Finalmente poderia ser ela mesma.

Antes de lançar seu primeiro disco, ela já tinha aparecido em trilhas sonoras de filmes como "Shaft" e "MIB – Homens de Preto". Depois de muita badalação "Songs in A minor", foi lançado em 2001. No dia em que chegou às lojas, 50 mil cópias foram compradas. O charme, a afinação e a competência ao compor fizeram dela um fenômeno de público.

No fim das contas, "Songs in A minor" somou 7 milhões de cópias vendidas e abiscoitou 5 prêmios Grammy. Alicia confessa que tem uma "alma antiga", mas é exatamente na sua juventude que sua genialidade fica completa. Aos 22 anos, ela lançou seu segundo disco, "The diary of Alicia Keys", que deu um banho de vendas e de Grammies na concorrência. Foi apenas o começo.



Escrito por Mine às 22h22
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PEARL JAM

http://www.pearljam.com.br

Data: 01/012/2005 - Hora: 22:00

Local: Estádio do Pacaembu

Pra quem curte realmente roc não pode deixar passar está!!!



Categoria: Evento
Escrito por Mine às 22h16
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NO PACAEMBU
Show do Pearl Jam: 35 mil ingressos em 3 dias

[28 >document.write (matriz[9]); Outubro 19h52min 2005]

Filas enormes durante todo o dia de hoje nos pontos de venda, especialmente no Pacaembu. Esse é o saldo da expectativa criada pelo “sai não sai” dos shows da banda norte-americana Pearl Jam em São Paulo. Em 3 dias, cerca de 35 mil ingressos para os shows do grupo já foram vendidos (cada concerto tem capacidade para cerca de 45 mil espectadores).

Muitas reclamações estão sendo feitas contra a taxa de conveniência da rede FNAC, que cobram 20% pela "comodidade" de vender o ingresso em suas lojas. O ingresso de R$ 120 acaba custando R$ 144. Mas as filas homéricas que duram até 2 horas mostram que a comodidade não é bem uma marca do serviço.

Daniel Barbu, de Higienópolis, foi um dos que escreveu ao Estadao.com.br reclamando do atendimento. Ele conta que chegou à fila da FNAC Pinheiros às 21h40, e o atendimento presumivelmente iria até às 22h. Apesar de estar no horário, não foi atendido e diz que uma gerente chegou a dizer que, se “desse sorte”, conseguiria comprar seus ingressos.

“Estou revoltado, pois a FNAC não está fazendo favor algum a mim vendendo os ingressos. Ela está disponibilizando um serviço, e eu como consumidor tenho o direito de usufruir como os demais, e a FNAC de prestar um serviço compatível com o nome que eles tanto zelam”.

Os clientes são informados que a cobrança da taxa de conveniência pela FNAC é exigência da Ticketmaster, que comercializa os ingressos. Curioso notar que o grupo Pearl Jam já opôs resistência a que os ingressos de seus shows fossem vendidos pela Ticketmaster. Em 1994, a banda cancelou sua turnê de verão protestando contra os altos preços dos tickets comercializados pela empresa. O affair acabou no Departamento de Justiça dos EUA. Agora, é o Brasil que enfrenta o problema.

Pearl Jam - São Paulo - 02 e 03/12 - Estádio do Pacaembu. Preços: Pista: R$ 120,00; Cadeira Descoberta: R$ 100,00; Cadeira Coberta: R$ 150,00; Arquibancada: R$ 80,00. Meia entrada limitada a 30% da capacidade Pontos de Venda: Venda: ( x ) on line ( ) off line Pontos de Venda sem Taxa:
Credicard Hall - De segunda à domingo das 12;00h às 20:00h Bilheteria do Pacaembu - De segunda à domingo das 10;00h às 18;00h Pontos de Venda com Taxa: FNAC Campinas, Posto Ipiranga Gravatinha - Jd Bela Vista, Posto Ipiranga Acácias - Centro, Cie Music Hall - Moema, FNAC Paulista, FNAC Pinheiros, Saraiva Mega Store - Shopping Center Norte, Saraiva Mega Store - Shopping Eldorado, Saraiva Mega Store - Shopping Morumbi - endereços vide site - www.ticketmaster.com.br Vendas a Grupos/Excursões: Telefone: 2126-7373 Censura
: - Menores de 14 anos: permitida a entrada acompanhados dos pais ou responsáveis.
- Acima de 14 anos: permitida a entrada desacompanhados.
Curitiba - 30/11 Pedreira - Paulo Leminski Preços: Pista: R$ 150,00 (inteira) e R$ 75,00 ( meia entrada) Meia-entrada: para estudantes, maiores de 60 anos e para quem doar uma lata de leite em pó. ( Os alimentos deverão ser entregues somente no dia do show, nos portões de acesso e serão doados para o IPCC - Instituto Pró Cidadania de Curitiba) Pontos de Venda:
Fnac Park Shopping Barigui Mais informações site - www.ticketmaster.com.br Censura:
- Menores de 16 anos: permitida a entrada acompanhados de responsáveis.
- Acima de 16 anos: permitida a entrada desacompanhados
Porto Alegre - 28/11 Gigantinho Preços: Pista: R$ 120,00; Cadeira : R$ 160,00; Arquibancada: R$ 90,00
Pontos de Venda:
Bilheteria do Gigantinho (Das 10,00h às 18,00h)
Zaffari-Menino Deus (Das 14,00h às 22,00h)
Bourbon Shopping Country (Das 14,00h às 22,00h)
Telentrega Opus - (51) 3299-0800 (2ª a 6ª das 9,00h às 19,00h)
Mais informações site - www.ticketmaster.com.br
Rio de Janeiro - 04/12 - Apoteose
Preços: Pista: R$ 120,00 (inteira) R$ 60,00 (meia-entrada) Pontos de Venda: Local de Venda - Sem Taxa de Conveniência:
Bilheterias do Claro Hall - De segunda à domingo das 12,00h às 20,00h Locais de Venda - Com Taxa de Conveniência
Modern Sound Copacabana, FNAC Barra Shopping, Ipiranga Jockey, Ipiranga Lagoa, Ipiranga Botafogo (Real Grandeza), Ipiranga Botafogo (Barão de Itambi), Ipiranga Grajaú, Ipiranga Barra da Tijuca, Central Ticketmaster - por telefone, entrega em domicílio (taxas de conveniência e de entrega): 0300-7896846, das 9h às 21h - segunda a sábado (aceita todos os cartões de crédito) e pela Internet: www.ticketmaster.com.br
Vendas a Grupos/Excursões: telefone: (11) 2126-7



Escrito por Mine às 22h10
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CLARO QUE É ROCK

http://

Local: Chacará do Jockey

Show de Rock, que contará com a presença de bandas nacionaia e internacionais



Categoria: Evento
Escrito por Mine às 22h05
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Show
CLARO Q É ROCK - São Paulo e Rio de Janeiro
FALTA POUCO PARA O MAIOR FESTIVAL DE ROCK DO PAÍS.

Os maiores nomes do rock vão estar reunidos nos dias 26 de 27 de novembro em São Paulo e no Rio, respectivamente. Dois grandes festivais que vão fazer os fãs do rock vibrarem e as paredes dos vizinhos também.

Saiba mais Sobre as Bandas http://www.ingressorapido.com.br/biografia-cqeh.htm

SÃO PAULO - dia 26 de Novembro
Chácara do Jockey
- Av. Francisco Morato, altura do 2.100 ou Rua Eliseu de Almeida, s/n°.

Abertura 12:00

Ronei Jorge e os Ladrões de Bicicleta - 15:00 - Palco B
Volpina - 15:25 - Palco B
Cartolas - 15:50 Palco B
Starget - 16:15 - Palco B
Cachorro Grande - 16:40 - Palco A
Spiegel - 17:25 - Palco B
10Zero4 - 17:50 - Palco B
Os Imperdíveis - 18:15 - Palco B
Moptop - 18:40 - Palco B
Good Charlot - 19:05 - Palco A
Nação Zumbi - 20:10 - Palco B
The Flaming Lips - 22:10 - Palco B
Iggy And The Stooges - 23:10 - Palco A
Sonic Youth - 00:35 - Palco B
Nine Inch Nails - 01:55 - Palco A

RIO DE JANEIRO - dia 27 de novembro.
Cidade do Rock
- Jacarepaguá.

Abertura 15:00

Cachorro Grande - 17:00 - Palco B
Good Charlotte - 17:45 - Palco A
Nação Zumbi - 18:40 - Palco B

The Flaming Lips - 20:40 - Palco B
Iggy And The Stooges - 21:45 - Palco A
Sonic Youth - 23:05 - Palco B
Nine Inch Nails - 00:25 - Palco A

OS HORÁRIOS ESTÃO SUJEITOS A ALTERAÇÃO.


VAN EXCLUSIVA PARA SETOR VIP:
São Paulo, saídas a partir das 14h no Shopping Eldorado, último retorno as 4h da manhã.

QUEM COMPROU INGRESSO PARA O SETOR VIP DEVERÁ RETIRAR SUA CAMISA COM ANTECEDÊNCIA:
São Paulo de 21 è 25 de novembro.
Av. Dr. Guilherme Dumont Villares, 1230, Morumbi, São Paulo, SP.
Horário: das 10h ás 19h.

Rio de Janeiro de 21 à 26 de novembro.
Rua das Acácias, 114, Gávea, Rio de Janeiro, RJ.
Horário: das 10h ás 19h.


Período: 26/11/2005 até 27/11/2005
Meia Entrada:
MEIA ENTRADA e CLUBE CLARO:

A venda com desconto será realizada somente nos PONTOS DE VENDA mediante apresentação do documento correspondente.
Somente será autorizada a venda de 01 ingresso por pessoa.

Documentos Necessários:

Clube Claro
Compra através dos pontos de venda mediante apresentação do cartão clube claro, ou através do Telefone e Internet mediante prévio cadastro. 50% de desconto na compra de somente 1 ingresso.

Mestres do Rock
Somente para participantes previamente cadastrados. 50% de desconto na compra de 2 ingressos.
Compras através dos pontos de venda on line, telefone ou Internet.

Estudantes:
Carteira expedida por estabelecimento de ensino fundamental, médio ou superior ou pela respectiva associação ou agremiação.
Atenção: deverá ser apresentado documento que comprove a matrícula ou freqüência no ano letivo em curso caso a data de validade não conste no documento. Os documentos apresentados na compra deverão ser apresentados na entrada do espetáculo. Lembramos que os descontos de 50% não se aplicam aos cursos livres: inglês, informática ou pré-vestibular.

Terceira idade:
Homens acima de 65 anos e mulheres acima de 60 anos podem adquirir seus ingressos com desconto de 50%.


Escrito por Mine às 22h03
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Censura

São Paulo - 14 anos
Rio de Janiero - 16 anos
Menores de 14 ou 16 anos acompanhados dos Pais, Avós, Irmãos maiores de 18 anos ou Tios, é obrigatório a apresentação de documento original.

PROGRAMAÇÃO SUJEITA A ALTERAÇÕES




Local: SP - Chácara do Jockey | RJ - Cidade do Rock
Endereço: SP Chácara do Jockey Av. Francisco Morato, 5.100, Bairro Ferreira / RJ Cidade do Rock - Jacarepaguá
Site: http://www.claroideias.com.br


Clique no carrinho para comprar este evento na data e horário desejados:
Gênero: Rock

Escrito por Mine às 21h59
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Flaming Lips

A história do Flaming Lips, reza a lenda, começou quando o fundador Wayne Coyne roubou uns instrumentos musicais de uma igreja de Oklahoma, sua cidade natal, e chamou seu irmão e um amigo para fundar a banda. O que começou esquisito só fez continuar assim ao longo da carreira. Os Flaming Lips são elogiados por sua capacidade de juntar belas melodias com experimentações diversas de estúdio, o que faz com que seus discos sejam sempre ricos em detalhes. O cuidado com sua arte vai além da música. A banda tem um show com diversos recursos cênicos e extravagantes projeções no telão - editadas pelos próprios integrantes. Isso sem falar nas roupas de bicho de pelúcia que usam no palco, o que anima muitos fãs a comparecer também fantasiados aos shows, tornando assim cada apresentação ainda mais divertida.
 

Sonic Youth

O Sonic Youth ama a estranheza. Por isso recorre a acordes dissonantes e outras coisas que, até seu surgimento, em 1981, em Nova Iorque, não eram muito comuns no rock (por isso eles são parte do movimento conhecido como no wave, "onda nenhuma", em português). Ainda que o punk tenha mostrado que um pouco de barulho fazia bem ao roquenrol, o Sonic Youth preferiu fazer isso de outra forma - e com muita microfonia. Por isso eles merecem o crédito de banda influente no indie rock do mundo todo. Discos como Evol, Sister e Daydream nation fizeram a cabeça de gente como Kurt Cobain, líder do Nirvana, e o mestre Neil Young, ambos fãs confessos do Sonic Youth. Ainda hoje, mais de 20 depois de seu surgimento, a banda mostra fôlego para ser inventiva e relevante.



Escrito por Mine às 21h58
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Iggy & The Stooges

O ano era 1967 e nos Estados Unidos a juventude paz e amor estava no auge de sua luta contra violência e por um mundo melhor. O que ninguém contava era com os Stooges. Iggy Pop, Dave Alexander e os irmãos Ron e Scott Asheton assustaram todos: primeiro em Michigan e depois no mundo inteiro. Contra a psicodelia, músicas primárias, tocadas com ferocidade. Letras que beiravam o vulgar falando de sexo e drogas sem muito refinamento poético. E no palco, um desvairado cantando as músicas. Iggy Pop era imprevisível. Não raro ele se cortava durante os shows e passava o resto da apresentação sangrando. Às vezes mergulhava na platéia. Chegou a vomitar o palco. Por isso que se diz por aí que Iggy Pop é o pai do punk.
 


 

Good Charlotte

Os irmãos gêmeos Joel e Benji Madden não pensavam muito em entrar para o mundo da música até assistirem a um show dos Beastie Boys em 1995. Foi o bastante para eles juntarem uns colegas na escola e em sem seguida fundar o Good Charlotte, mesmo que ninguém soubesse direito tocar. Com o tempo as coisas se ajustaram e a banda também teve a sorte de ter os dois irmãos contratados como VJs da MTV. A exposição ajudou a catapultar o Good Charlotte, que em 2002 chegou ao primeiro disco, The young and the hopeless. Dois anos depois, The chronicles of life and death confirmou a banda como uma das mais bem sucedidas do pop rock americano contemporâneo.



Escrito por Mine às 21h57
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Nine Inch Nails

O Nine Inch Nails a prova incontestável de que o rock e a eletrônica podem andar juntos e ser grandes amigos. Sob o comando do cantor, compositor, produtor e multi-instrumentista Trent Reznor, o projeto faz uma instigante mistura de elementos dos dois gêneros. Discos como incensado The downward spiral, de 1994, e With teeth, deste ano, mostram como Trent consegue escrever letras angustiantes e dar a elas os arranjos e a produção que elas merecem para manter toda a carga emocional das palavras. Trent Reznor escreve, antes de tudo, canções. E coloca toda a tecnologia do universo da música eletrônica a serviço delas. Mas sabe também o valor de uma banda para que o rock seja bem feito. Por isso sempre convida bons músicos para garantir que no palco, elas tenham a devida pressão.
 

O Nine Inch Nails a prova incontestável de que o rock e a eletrônica

Suicidal Tendencies

Foi com o Suicidal Tendencies que o hardcore e o skate se encontraram. Era de se esperar, já que o vocalista e líder da banda, Mike Muir, é irmão de Jim Muir, um dos Z-Boys - moleques que revolucionaram a forma de andar de skate durante os anos 70, na Califórnia (a história pode ser conferida nos cinemas com o filme Lords of Dogtown). A intimidade da banda com o assunto rendeu clássicos como Possessed to skate. O Suicidal Tendencies fez sua fama entre amantes do hardcore e do metal, a despeito de alguns boicotes que sofria por conta da postura firma e mesmo do nome polêmico que tinha. A urgência das músicas e as mensagens diretas encontraram eco na juventude que contestava o mainstream, como em dois dos seus maiores clássicos, You can't bring me down e Institutionalized.
 



Escrito por Mine às 21h57
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Nação Zumbi

Acompanhando Chico Science, a Nação Zumbi foi figura central do último grande movimento inovador da música brasileira. Á frente da cena do Mangue Bit, eles misturaram rock, elementos folclóricos de Pernambuco, soul, funk e fizeram um tipo de música que ninguém tinha feito. Com a morte de Science, a banda mostrou um poder de reação invejável. O lançamento de Radio S.AM.BA, Nação Zumbi e, este ano, Futura, mostra uma banda madura, com um som potente que cresce ainda mais ao vivo graças à habilidade do guitarrista Lúcio Maia, um dos grande nomes da sua geração.
 

Cachorro Grande

As performances costumam do Cachorro Grande costumam ser incendiárias. Já teve instrumento quebrado em cena, integrante ferido por uma guitarra voadora e tudo. Foi assim que eles começaram a achamar a atenção em Porto Alegre. Com seus terninhos mods e um comportamento frenético no palco, eles encarnam bem o espírito rock gaúcho. Depois de dois discos independentes, a banda conseguiu um contrato com uma gravadora grande, o que garante que o terceiro álbum, Na pista, tenha uma distribuição nacional bem organizada. O som, que bebe na fonte dos anos 60, cai como uma luva em grande espetáculos como shows a céu aberto.
 



Escrito por Mine às 21h57
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Infantil

http://www.xuxameneguel.com.br

Data: 17/12/2005 - Hora: 19:30

Local: Credicard Hall

Show da eterna rainha dos baixinhos, com duas apresentações em São Paulo, para alegrar ás crianças neste final de ano



Categoria: Evento
Escrito por Mine às 21h46
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                                         XUXA



Escrito por Mine às 21h43
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Histórico
  27/11/2005 a 03/12/2005
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